Uma paz conquistada,a qual não pode ser fingida em textos esperançosos falando sobre o mar.
terça-feira, 16 de agosto de 2011
sexta-feira, 12 de agosto de 2011
Por mim, a sua cabeça e a daquela menina que pinta o cabelo de vermelho florescente, poderiam explodir.O exercício de paciência está sendo cumprido, mas eu não ligaria se você por bom senso ou desespero quisesse se enforcar.
Espero que os acéfalos que te rodeiam tenham suas ideias trituradas no liquidificador da vida, e que sobre apenas uma pasta de desesperança.
Estou sendo muito agressiva,coração?peço que me perdoe, acho que a parte delicada do meu ser está pensando numa forma leve de arrancar seus ossos.
Não me sobra nada além da raiva. É um amargo que me vem a garganta, o qual tenho engolido há tempos. Melhor eu dormir, antes que arranque o coração de alguém.
Espero que os acéfalos que te rodeiam tenham suas ideias trituradas no liquidificador da vida, e que sobre apenas uma pasta de desesperança.
Estou sendo muito agressiva,coração?peço que me perdoe, acho que a parte delicada do meu ser está pensando numa forma leve de arrancar seus ossos.
Não me sobra nada além da raiva. É um amargo que me vem a garganta, o qual tenho engolido há tempos. Melhor eu dormir, antes que arranque o coração de alguém.
quarta-feira, 10 de agosto de 2011
"Queria tanto que alguém me amasse por alguma coisa que eu escrevi."
Eu peço mas é sem motivo. Reclamo pela fartura, e a tempestade que faço é pelo pouco que não foi me dado. Mas sempre há verdade no meu desgosto.
Depois da tarde, ignoras meus textos e poemas.Minhas frases que ontem foram tão questionáveis hoje, já nem se põem na balança.
Ah, os amores...Em dias de caos parece que tudo é suportável, menos a ausência. Vindas adiadas, encontros perdidos e isso é tudo o que me resta dessa história tardia.É lindo e doloroso esse amor infinito por tudo que é livre.
Eu peço mas é sem motivo. Reclamo pela fartura, e a tempestade que faço é pelo pouco que não foi me dado. Mas sempre há verdade no meu desgosto.
Depois da tarde, ignoras meus textos e poemas.Minhas frases que ontem foram tão questionáveis hoje, já nem se põem na balança.
Ah, os amores...Em dias de caos parece que tudo é suportável, menos a ausência. Vindas adiadas, encontros perdidos e isso é tudo o que me resta dessa história tardia.É lindo e doloroso esse amor infinito por tudo que é livre.
terça-feira, 9 de agosto de 2011
sexta-feira, 5 de agosto de 2011
Se tudo a minha volta gira, como é que consigo pregar os dois pés no chão? e meu corpo bambeia desequilibrado de um canto pro outro,mas meu rosto ainda não sentiu a textura desse piso.
Procuro sempre o derrame, a queda, a sofridão que me derrube por semanas, para que assim possa tocar nos dedos uma dor relevante,uma dor que não seja a desse cotidiano.
O cansaço tomou conta do meu corpo, e os pedidos de parada ecoam no meu ouvido fazendo assim que eu diminua minha velocidade aos poucos.
Hoje é dia de tempestade, mas não chove nem aqui nem lá fora.Vejo vultos de guarda-chuvas pretos se atropelando nessa calçada, mas não há uma se quer gota d' água.
Tenho me inclinado para o lado dormente,não me impressionam , não me afetam... e por isso procuro algo pra sentir.Por isso te procuro.
Procuro sempre o derrame, a queda, a sofridão que me derrube por semanas, para que assim possa tocar nos dedos uma dor relevante,uma dor que não seja a desse cotidiano.
O cansaço tomou conta do meu corpo, e os pedidos de parada ecoam no meu ouvido fazendo assim que eu diminua minha velocidade aos poucos.
Hoje é dia de tempestade, mas não chove nem aqui nem lá fora.Vejo vultos de guarda-chuvas pretos se atropelando nessa calçada, mas não há uma se quer gota d' água.
Tenho me inclinado para o lado dormente,não me impressionam , não me afetam... e por isso procuro algo pra sentir.Por isso te procuro.
“O que eu começava a escrever como se fosse ela nem precisava ser bom. Nem precisaria ser publicado. Ninguém leria. Era só para dar forma àquela sensação de andar por ruas líquidas e respirar um ar pastoso e dormir noites ocas, era só para saber o que fazer com o céu pastoso quando ele crescia, se avolumava e perigava cair sobre a minha cabeça como uma samambaia que despencasse da varanda.”
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