Vamos falar sobre política, sobre o trânsito em São Paulo ,qualquer coisa que não seja coração
Podemos comentar sobre o tempo, últimos acontecimentos,sobre a vida de alguém
eu só não quero que por sútil desengano entre risadas pausadas, lembrar daquele rapaz
A noite onde tudo é traiçoeiro eu minto pro travesseiro e digo que está tudo bem
De manha entre uma piscada lenta e outra, flahs me vem a mente e como movimento involuntário pego um livro,troco de roupa,tomo um banho ou afogo você no meu café.
E todas essas pessoas, que mal estar que me causam sempre, apertadas sem ao menos saberem onde é o seu canto,não me acho nelas e em lugar algum. Procuro uma saída e não a encontro nessas linhas de fuga, fotografias,danças,músicas eruditas ou textos do Caio, tendo sempre pro seu lado.
Prendo rapidamente meus pés no chão, a vida passa, descola vagorazamente dedo por dedo,vou pra longe sem rumo,desfeita,porém nova.Caminhando patética rumo a lugar nenhum, caminhando sem você.
sexta-feira, 16 de setembro de 2011
terça-feira, 13 de setembro de 2011
Da fartura a escassez,das certezas o desengano
Fez-se os olhos molhados afogados no travesseiro
Os nos apertados tornara-se laços de menina
E todo esforço se faz invalido frente a situação
Se antes ardia o peito, hoje, todos meus ossos queimam
Pesados e tremulos, rascunhos sujos do medo
Dos anseios pelos beijos veio as ânsias de vomito
A busca pelo sol tornou-se quarentena da neblina
O prazer tende a apertar minha jugular e eu sempre sufoco
Da ajuda,o socorro,o desespero
Ninguém me salva.
Os nos apertados tornara-se laços de menina
E todo esforço se faz invalido frente a situação
Se antes ardia o peito, hoje, todos meus ossos queimam
Pesados e tremulos, rascunhos sujos do medo
Dos anseios pelos beijos veio as ânsias de vomito
A busca pelo sol tornou-se quarentena da neblina
O prazer tende a apertar minha jugular e eu sempre sufoco
Da ajuda,o socorro,o desespero
Ninguém me salva.
domingo, 11 de setembro de 2011
Doí por um fim em coisas não concretas
Sabemos que por mais que hajam palavras,esforços ou choros é ao seu encontro que vou quando adormeço, e é ao meu que me voce vem toda a noite.
Que coisa incerta essa nossa paixão, pergunto-me sempre como consegues arrancar meu espirito e logo depois me encher de luz.Ah, talvez se nossas trocas de energias não fossem tão intesas, seu amor chegasse com paz no meu coração.
Mas já foi, qualquer questinamento agora será vago e desnecessário, vi a face da dor,tendo que abrir mão do seu rosto.Perdi o seu melhor toque, mas você perdeu meus melhores olhares e sorrisos, como guardar tudo isso?
Nos nunca sabemos a hora do outro.É quando ouvir sua voz já não basta,e disser que te sinto já não é o suficiente.
textos,textos e mais textos e ainda tenho uma porção de coisa a serem ditas, textos e textos e um bolso cheio de mágoas.
Que coisa incerta essa nossa paixão, pergunto-me sempre como consegues arrancar meu espirito e logo depois me encher de luz.Ah, talvez se nossas trocas de energias não fossem tão intesas, seu amor chegasse com paz no meu coração.
Mas já foi, qualquer questinamento agora será vago e desnecessário, vi a face da dor,tendo que abrir mão do seu rosto.Perdi o seu melhor toque, mas você perdeu meus melhores olhares e sorrisos, como guardar tudo isso?
Nos nunca sabemos a hora do outro.É quando ouvir sua voz já não basta,e disser que te sinto já não é o suficiente.
textos,textos e mais textos e ainda tenho uma porção de coisa a serem ditas, textos e textos e um bolso cheio de mágoas.
quarta-feira, 7 de setembro de 2011
Farei o possível para não amar demais as pessoas, sobretudo por causa das pessoas. Às vezes o amor que se dá pesa, quase como uma responsabilidade na pessoa que o recebe. Eu tenho essa tendência geral para exagerar, e resolvi tentar não exigir dos outros senão o mínimo. É uma forma de paz. Clarice Lispector
Antes parecia ser tão mais fácil
Eu não precisava de muito para ter vontade de entrelaçar minha mão e vida na sua. Meu rapaz, esse tempo me deixa tão doente,não me encanto mais com você, o que deixamos escapar?
O peso que carrego já é suficiente para que minhas pernas tremam,e quando se apoia em mim tenho a certeza do chão,meus joelhos gastos imploram o fim.Peço calma, a gente sempre teve tanta calma, o que deixamos escapar?
Sua pequena,hoje tão grande e forte não consegue sair do lugar.Aqui nesse quarto onde sempre foi nosso abrigo, o alojamento do medo e o vácuo do riso tornou-se minha pior prisão.E ninguém me salva,você nunca vem...
E como aceitar que depois do temporal massacraste o lindo arco-íris não é o que eu realmente quero?Não deveria doer tanto,essa nossa entrega nós arranca os pedaços... o que deixamos escapar?
O peso que carrego já é suficiente para que minhas pernas tremam,e quando se apoia em mim tenho a certeza do chão,meus joelhos gastos imploram o fim.Peço calma, a gente sempre teve tanta calma, o que deixamos escapar?
Sua pequena,hoje tão grande e forte não consegue sair do lugar.Aqui nesse quarto onde sempre foi nosso abrigo, o alojamento do medo e o vácuo do riso tornou-se minha pior prisão.E ninguém me salva,você nunca vem...
E como aceitar que depois do temporal massacraste o lindo arco-íris não é o que eu realmente quero?Não deveria doer tanto,essa nossa entrega nós arranca os pedaços... o que deixamos escapar?
sábado, 3 de setembro de 2011
Foge de mim
Num domingo chuvoso, o amor bateu em minha porta e eu tão cansada para responder...
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Ele que sempre foi tão sensível, nunca mais me procurou. Ando desesperada a procura dele, e o acho aos miúdos, totalmente fragmentado. Tenho juntado seus milhares de pedaços, ando com ele no bolso sempre, mas acontece que eu sou tão distraída que ele se esvazia aos poucos, quando vejo,acabou.
Explico, ando cansada e peço para que não cobre tanto de mim.Mas meu amor não se comove por ninguém, é mesquinho e audacioso foge sempre quando pode, e aparece só quando vê fogo.É fogo.
A paciência tem me ajudado, pega na minha mão e me ajuda a recolher os pedaços largados.Ela tem me ajudado, me guia para um caminho mais limpo sem fragmentos de vidro espalhados pelo chão. Mas eu tendo pro caminho do corte, da dor instantânea e curável.
Peço ajuda, e ele volta. Cuida de mim o quanto pode, e quando pode. Ele sabe que vou sempre estar a sua procura, ele sabe que quero mesmo é juntar todos os fragmentos e guarda-los só pra mim.Ele pensa que sou egoísta, não entende que guardo-lo do mundo é protege-lo.
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Ele que sempre foi tão sensível, nunca mais me procurou. Ando desesperada a procura dele, e o acho aos miúdos, totalmente fragmentado. Tenho juntado seus milhares de pedaços, ando com ele no bolso sempre, mas acontece que eu sou tão distraída que ele se esvazia aos poucos, quando vejo,acabou.
Explico, ando cansada e peço para que não cobre tanto de mim.Mas meu amor não se comove por ninguém, é mesquinho e audacioso foge sempre quando pode, e aparece só quando vê fogo.É fogo.
A paciência tem me ajudado, pega na minha mão e me ajuda a recolher os pedaços largados.Ela tem me ajudado, me guia para um caminho mais limpo sem fragmentos de vidro espalhados pelo chão. Mas eu tendo pro caminho do corte, da dor instantânea e curável.
Peço ajuda, e ele volta. Cuida de mim o quanto pode, e quando pode. Ele sabe que vou sempre estar a sua procura, ele sabe que quero mesmo é juntar todos os fragmentos e guarda-los só pra mim.Ele pensa que sou egoísta, não entende que guardo-lo do mundo é protege-lo.
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